
Gralheira… pequena aldeia mítica perdida nas encostas da serra… algures na Beira Alta… onde os telemóveis teimam em não apanhar rede… onde o relógio conta as horas de maneira diferente… habitada por gentes hospitaleiras, vestidas de cores garridas e de rosto cansado mas alegre… mais não posso dizer…(senão teria que te matar…) :)
Irmandade… grupo de colegas de trabalho, corrijo: amigos, que se reúnem mensalmente secretamente na dita Gralheira com o objectivo de exorcizar todas as maleitas que nos assombram a alma…
Não pensem portanto que se trata da noite da má língua. As vítimas do escárnio e mal dizer são os próprios membros presentes… ou as desculpas incompreendidas dos membros ausentes…
A dada altura, os Guardiães do Forno Satânico, servem o que se pode considerar o verdadeiro manjar dos Deuses. A conjugação das cores, aromas e paladares tornam únicas as iguarias por os devoradas….
Com o passar das horas as línguas ficam mais soltas… ficam possuídas… assumem vontade própria… e não nos responsabilizamos por aquilo que elas declamam… até chegarem ao ponto caramelo… em que as palavras se arrastam… e os brindes surgem uns atrás dos outros. Ou porque a empregada de mesa deixa cair um talher, ou porque chove, ou porque passa um carro na rua… tudo é motivo de celebração... e já começa a fica estampado no nosso rosto a nostalgia da espera do próximo encontro….
É a indicação da chegada da hora de soltar amarras, dar rumo as nossas naus, para o nosso porto de abrigo… rezando a todos os santos… que a frota de uma irmandade mais poderosa não nos intercepte… a invencível armada da GNR… :)
Bons ventos a todos...
Irmandade… grupo de colegas de trabalho, corrijo: amigos, que se reúnem mensalmente secretamente na dita Gralheira com o objectivo de exorcizar todas as maleitas que nos assombram a alma…
Não pensem portanto que se trata da noite da má língua. As vítimas do escárnio e mal dizer são os próprios membros presentes… ou as desculpas incompreendidas dos membros ausentes…
A dada altura, os Guardiães do Forno Satânico, servem o que se pode considerar o verdadeiro manjar dos Deuses. A conjugação das cores, aromas e paladares tornam únicas as iguarias por os devoradas….
Com o passar das horas as línguas ficam mais soltas… ficam possuídas… assumem vontade própria… e não nos responsabilizamos por aquilo que elas declamam… até chegarem ao ponto caramelo… em que as palavras se arrastam… e os brindes surgem uns atrás dos outros. Ou porque a empregada de mesa deixa cair um talher, ou porque chove, ou porque passa um carro na rua… tudo é motivo de celebração... e já começa a fica estampado no nosso rosto a nostalgia da espera do próximo encontro….
É a indicação da chegada da hora de soltar amarras, dar rumo as nossas naus, para o nosso porto de abrigo… rezando a todos os santos… que a frota de uma irmandade mais poderosa não nos intercepte… a invencível armada da GNR… :)
Bons ventos a todos...
3 comentários:
UAU!
Grande Thor! Não te conhecia tais dotes literários... estoy encantada con tu post.
Benvindo à blogosfera. Quer-me parecer que vai ser 'fixolinhas' ter-te por cá.
Beijinhos :)
Bem fikei de veras perplexa!!!
Escreves mto bem e vai dar mto gosto seguir os passos desses amigos pela Gralheira....Aguardo os novos acontecimentos!!
Fica bem
Estou estupefata!!! mais não posso dizer... Ave Thor!!! O GRANDE!!! ja sou tua fã primo!!! o proximo nobel da literatura ja é teu!!!
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