
Mezio terra assombrada
Guarda por estadulhos
De tensão acelerada
Fujo para os entulhos
Com vista para a Gralheira
Vem de lá gélido vento
Já fechei a cremalheira
Vamos ver se não arrebento
São as mãos que não param
E voz que já treme
Os que já não falam
Têm o cérebro em creme
Fico sem dinheiro
Já não consigo pensar
Vem aí o cozinheiro
Já é hora de bazar
Já não sei o norte
Tento não parar
Vem ai a morte
Eu não sei o que lhe dar
Em Bigorne eu paro
Á procura de abrigo
Só depois é que reparo
Que o Demo quer brincar comigo
Dei com o caminho
Ponho o carro a voar
Já não me sinto sozinho
Alguém por mim há-de travar
Não sei se com isto sonhei
No aconchego da minha cama
Tragicamente acordei
Despido e sem pijama!!!!
Guarda por estadulhos
De tensão acelerada
Fujo para os entulhos
Com vista para a Gralheira
Vem de lá gélido vento
Já fechei a cremalheira
Vamos ver se não arrebento
São as mãos que não param
E voz que já treme
Os que já não falam
Têm o cérebro em creme
Fico sem dinheiro
Já não consigo pensar
Vem aí o cozinheiro
Já é hora de bazar
Já não sei o norte
Tento não parar
Vem ai a morte
Eu não sei o que lhe dar
Em Bigorne eu paro
Á procura de abrigo
Só depois é que reparo
Que o Demo quer brincar comigo
Dei com o caminho
Ponho o carro a voar
Já não me sinto sozinho
Alguém por mim há-de travar
Não sei se com isto sonhei
No aconchego da minha cama
Tragicamente acordei
Despido e sem pijama!!!!
3 comentários:
Olha lá, Thor... e isto é de quem???!!!
Se me dizes que é teu, fico de cara à banda, ao ponto de te comprar um óscar.
Clap! Clap! Clap!
Gostei da última parte, da do despido e sem pijama heheheheh :)
Bjsssssss
Thor não sabia que havia um poeta na familia!!!!
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